Aphroditte anuncia saída de guitarrista

A última semana marcou a saída do guitarrista Rafa da banda, por decisão do próprio. Após  quase um ano no comando da guitarra base da Aphroditte, ele decidiu por seu desligamento para poder se dedicar integralmente ao seu projeto pessoal, no qual vem trabalhando há bastante tempo. No período em que esteve conosco, Rafa ajudou a erguer cada vez mais o nome da Aphroditte e contribuiu significativamente com o crescimento da banda. O último capítulo de sua história conosco foi o registro do single “Third Prelude”, que está em fase de mixagem e cujo diário dos bastidores das gravações está sendo publicado neste blog.

Todos da Aphroditte desejamos todo o sucesso para o Rafa. Esperamos poder dividir o palco em breve!

 

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Diário das Gravações: Dia 3 (por Marck)

O terceiro dia ficou a cargo do Valmick, para gravar as bases. Embora não seja sua função ao vivo, ele também foi responsável por essa parte no single, para engrossar o caldo rítmico, complementando as bases do Rafa.

A gravação foi feita em um dia da semana, à noite, por volta das 23 horas.  No melhor estilo “Vida Dupla”, aspone durante o dia, rockstar à noite, Valmick fez sua parte nas bases de Third Prelude e Suspended Garden. Third, como sempre, deu mais trabalho, e Valmick teve que tomar a liberdade de traçar alguns parâmetros para a música, que ainda não haviam sido definidos. Chamou atenção os pequenos detalhes da base, como por exemplo os vários harmônicos que o Valmick aplicou nos riffs. Ficou bem bacana, dando um toque de peso extra à música. Inclusive, nessa noite notei um toque de peculiaridade em Third Prelude, no que diz respeito às bases. Em vários momentos, as bases são compostas por riffs, e não por acordes.  Vale destacar também os “acordes alienígenas” que o Valmick incluiu nas partes que antecedem o refrão e também durante o solo de bateria. Uns cromatismos loucos que não sei explicar, mas dão muito certo no final das contas! Suspended Garden conta com uma estrutura simples e bastante agradável de acordes. Típica balada hard. Saímos do estúdio às 2 da manhã, exaustos. Eu estava o típico zumbi de George Romero, me arrastando até o carro e grunhindo de sono.

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Diário das Gravações: Dia 2

O primeiro dia de gravações propriamente dito, foi o meu dia. Como havíamos montado a bateria e passado o som no dia anterior, foi apenas chegar, aquecer e tocar. O método de gravação do Caio facilita bastante as coisas. Dividimos as músicas em várias partes, e vamos tocando cada uma das partes por vez. Sem estresse, sem tensão. Third Prelude foi a mais complicada de gravar, por ser uma música com mais elementos e passagens, mas principalmente por ser uma música recém saída do forno. Tivemos pouco tempo para trabalhar nela antes de entrar em estúdio, mas era uma música que sentíamos ser a música certa para esse primeiro registro, em virtude dela conter um acento hard rocker fantástico e contagiante.

Suspended Garden foi a próxima. E foi concluída rapidamente. Praticamente um take, sem a exigência de grandes reparos na primeira execução. Balada hard, “simples e de forte apelo emocional”, como diria Valmick. Particularmente, é uma das minhas músicas preferidas. Foi uma música que ouvia antes mesmo de fazer parte da banda e já me agradava bastante.  Inicialmente, usaríamos outra power balad, mas decidimos mudar “aos 45 do segundo tempo”. Queríamos usar um trabalho mais antigo da banda, que remete a uma fase embrionária, para mesclar com algo novo como Third. Mas também queríamos uma balada hard, bonita e direta. Então, não havia escolha melhor para ser a segunda faixa do single.

A gravação da bateria durou cerca de duas horas. Particularmente, gostei muito do resultado. Os timbres que conseguimos foram excepcionais, sobretudo do bumbo e da caixa (várias vezes elogiada pelo Caio, inclusive). Isso porque ouvi o som cru, sem qualquer mixagem. A expectativa pelo resultado final está enorme!

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Diário das Gravações: Dia 1

O primeiro dia foi basicamente esquentando as turbinas para as gravações. Nele, Al Lima gravou as guias para que eu as usasse na gravação das baterias. Mesmo não sendo guitarrista, ele se virou muito bem e as guias foram gravadas rapidamente. Foram gravadas guias para Third Prelude e Suspended Garden. Em seguida, procedemos à montagem do set de bateria. Usei um set Sonor composto por três tons (10”, 12”, 14”), dois surdos (18”, 20”), um bumbo de 22” e minha caixa pessoal, uma RMV Bullet, de 14”x8”. Afinamos os tons, caixa e passamos o som. Esse processo levou cerca de duas horas e meia e foi uma decisão bastante acertada do Caio, nosso produtor, em fazer isso no dia anterior. Mesmo não tendo evoluído muito na gravação em si, foi importante esse dia, para mergulharmos de vez no clima. O estúdio é bastante confortável, mas não extravagante. A sala usada para gravar a bateria  e vocais é bastante ampla, bem iluminada e conta com piso suspenso e paredes de madeira e pedra. A ante-sala, onde fica o produtor, é bastante agradável também, o que tornaria mais prazerosas nossas várias horas lá dentro.

Deu um trabalhinho, mas depois de ver a "criança" pronta, valeu a pena!

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